quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Ano novo e 3 coisas que vamos precisar em 2016

    Lá vamos nós de volta para o futuro, de novo. 2015 transforma-se em lembranças, livro já lido.
Nada que possamos fazer pode mudar o ano que passa, é finito. Resta-nos entrega-lo a Deus com todos os nossos erros e acertos.
O futuro nos aguarda, e nós brasileiros vamos precisar de 3 coisas para encara-lo:
01 - Fé
02 - Oração
03 - Resiliência, essa será a palavra do ano 2016.
    "O termo resiliência quer dizer em seu significado original, na física - o nível de resistência que um material pode sofrer frente às pressões sofridas e sua capacidade de retornar ao estado original sem a ocorrência de dano ou ruptura. A Psicologia pegou emprestada a palavra, criando o termo resiliência psicológica para indicar como as pessoas respondem às frustrações diárias, em todos os níveis, e sua capacidade de recuperação emocional.     Falando de uma maneira bem simples, quando mais resiliente você for, mais fortemente estará preparado para lidar com as adversidades da vida.
     Embora exista certa controvérsia a respeito dos indicadores de uma boa resiliência, não se acredita que ela seja resultante de um traço de caráter ou de personalidade. Na verdade, a melhor definição da palavra seria o resultado de um processo de aprendizagens de vida. Portanto, você, assim como eu, está apto para desenvolvê-la". Dr Cristiano Nabuco.
    Os indicadores econômicos, a crise política, tudo indica que vem por aí um ano trabalhoso, no qual teremos a oportunidade de sermos resilientes, tornarmo-nos fortes, capazes de superar, sermos agentes de mudanças, protagonistas do nosso futuro.
    Como disse no inicio, uma boa dose de fé se faz necessária, confiança no Deus Altíssimo que tudo vê. Creiamos em seu amor e que Ele é capaz de nos dar o sustento, o pão de cada dia, que juntamente com sua graça, suprirá cada uma das nossas necessidades.
    E não menos importante - a oração. Com ela vencemos gigantes, oremos por nosso país, por nossas casas, por nossos filhos, a palavra nos diz para intercedermos pelos governantes, e eu creio sinceramente que se orarmos Deus intervirá nos rumos da nação, e nos livrará desta potestade que a governa. 
    Nesse novo ano tenha fé, ore e seja forte, o Senhor nos ajudará! Seja o ombro amigo de alguém, coloque-se no lugar do outro, cuide-se, almoce com os amigos de vez em quando, seja grato lembrando das coisas boas que possui, e se precisar, busque ajuda.
    Agradeço a você caro amigo, que me acompanhou durante esse ano e desejo um feliz ano novo, com muita graça de Deus.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Qual é o preço devido?

   
Tudo tem seu preço, certo? Nada, ou quase nada nesse mundo vem de graça, pagamos pela água, comida, energia elétrica, condução, coisas necessárias à vida, são serviços ou bens que consumimos, os quais pagamos por eles, as vezes achamos caro e compramos assim mesmo, ou as vezes não está em nossas posses o poder de compra-los, aí desistimos.
    Mas há coisas que queremos muito e compramos, pagamos por elas com esforço, ou tem situações que o bem é caro mas concordamos que vale o preço. Aí que quero chegar.
    Quando se quer muito perder peso, ou uma barriga sarada, o esforço é em atividade física, quando o gosto é por esportes, como por exemplo o futebol, acordamos cedo em pleno domingo, só para não perder o jogo, ou vamos dormir tarde assistindo o time do coração, porque aquilo nos satisfaz, o preço que nesse caso são as horas de sono, vale a pena.
    Então o que nos é caro? O que tem valor para nós? Quanto pagamos pela nossa carreira, pelo conforto de uma boa casa, pela conquista de um carro? Quanto nos esforçamos para criar um filho? Quanto esforço fazemos pelas coisas naturais desta vida?
    Quero provocar uma reflexão. Quanto pagamos? Seja em dinheiro, esforço pessoal, e com a vida?
"Você paga pelo que consome com a vida,quando gasta todo seu tempo para pagar suas contas", foi o que disse Patricia Donato, consultora financeira, ao exemplificar a necessidade de planejar gastos, e a frase traz em si uma reflexão de quanto custa consumir.
    E o que realmente tem valor? Jesus em Mateus 13 nos fala do valor do reino dos céus:
"O reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem achou e escondeu; e, pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.
Outrossim o reino dos céus é semelhante ao homem, negociante, que busca boas pérolas;
E, encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e comprou-a".
Mateus 13:44-46

    Os dois vendem tudo para adquirir o tesouro quando o encontram, o valor a ser pago, o tudo, vale a pena.
    Pagamos seja em dinheiro ou seja por outros meios por aquilo que desejamos, mas quanto estamos dispostos a entregar pelo reino dos céus?
    Não estou aqui a fazer apelos financeiros de contribuição, estou a lhe dizer que o reino de Deus também é tomado por esforço e que renúncias se fazem necessárias, e que da mesma forma que consumimos por preço, o reino dos céus tem valores intangíveis e quanto estamos dispostos a pagar?
    Jesus é a pérola  de maior valor, o nosso tudo se faz necessário.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Quem nele crer não se apresse

Por Jamê Nobre -
Is 28:16

"Portanto, assim diz o Senhor JEOVÁ: Eis que eu assentei em Sião uma pedra, uma pedra já provada, pedra preciosa de esquina, que está bem firme e fundada; aquele que crer não se apresse".

Há uma grande dose de ansiedade na vida da maioria de nós hoje. Ansiedade é o desejo de controlar a situação, seja no presente, ou no futuro.

Somos ansiosos sobre a comida de amanhã. Somos ansiosos sobre as possibilidades de de faltar algo...

Jesus disse que são os gentios (as gentes!) é que se preocupam com isso. Nós temos um Pai que sabe mesmo antes de lhe pedir. Afinal, foi ele que nos fez e conhece nosso funcionamento e as coisas que precisamos para funcionar normalmente.

O texto de Isaias fala de algo que serve de base para as nossas vidas. É aquilo que o Senhor chama Pedra Preciosa de esquina, e diz que ela é bem firme e bem fundada.
Por causa da firmeza dessa Rocha é que não podemos, em hipótese nenhuma, andar apressados, no sentido de ansiosos, nem tentar fugir de qualquer situação da qual não temos controle, pois nosso fundamento está bem firme.
Se o nosso Alicerce está firme, então aquilo que o Pai colocou sobre esse fundamento, nós, Sua Igreja, não seremos abalados.
A nossa confiança Nele não será confundida, nem seremos decepcionados se esperamos unicamente em Suas promessas.

Como disse o salmista, o Senhor é o meu Pastor e não sinto falta de nada. Ou seja, ele me supre completamente.

O Texto Sagrado diz que a nossa vida é vivida em cima da fé de Jesus, que nos foi outorgada pelo Espírito Santo.
Ele é quem nos faz repousar em pastos verdejantes, ainda que estejamos no deserto. Ele é quem refrigera nossa alma, ainda que estejamos no mais escaldante deserto.
Não são as circunstâncias externas que nos trarão paz. É a presença do Pastor dentro de nós que faz a nossa alma descansar.
Temos um lugar de repouso em Cristo, aliás, Ele é o nosso sábado.
Por causa desses pensamentos é que podemos entender que a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um eterno peso de glória.
Somos bem aventurados por ter o Deus que temos, por sermos pastoreados pelo Sumo Pastor, por andar nas Promessas imutáveis de um Deus que não mente.
Não nos apressemos, nem fujamos em busca do pão no Egito. Ele supre as nossas necessidades, as mais simples e as mais importantes, enquanto dormimos!

Que o Senhor nos ajude.
Por Jamê Nobre

domingo, 22 de novembro de 2015

As reações de todos nós

    Todo mundo viu. Todo mundo pasmou. E todos nos indignamos. Mas como demonstramos?
    Os fatos ocorreram com proximidade de dias, pessoas morreram. Em Paris foram por balas e aqui foi por lama que desceu da barragem rompida causando o maior desastre ambiental da história no país.
Falo sobre os últimos ataques terroristas em Paris e a tragédia da cidade de Mariana, Minas Gerais.
    Mas não quero abordar os fatos e sim as reações, muitos, em sua maioria jovens, prontamente trocaram suas fotos de perfil nas redes sociais, colocando as cores da França, e foram criticados por outros tantos que reclamaram da desatenção com o que acontecia em Mariana, e o que isso significa?
    Que o homem precisa de uma causa, busca algo com que se envolver e lutar, jovens desejam um objetivo sublime, a vida cotidiana não os satisfazem.
    Um movimento simultâneo foi os que compartilharam o Pray for Paris ou Pray for Mariana ou ainda Pray for World, pessoas de várias religiões o fizeram, em clara demonstração de reconhecimento que precisamos da ajuda de Deus para essa geração.
    "O homem integral é ele e sua missão" Ademir Ifanger.
    Uma missão de vida, é o que sente falta essa geração, e é com isso que os terroristas aliciam soldados, convencendo jovens a alistarem-se nas suas fileiras assassinas. Mais do que religião, eles querem lutar por algo maior e vislumbram isso ao engajarem-se.
    Aliás falando de religião, o Estado Islâmico não almeja proclamar fé, nem cultura religiosa alguma ,o que seus líderes querem é o poder. Nada mais além de poder.
    Nossa cultura moderna, nossa busca por dinheiro, formação, status, a tecnologia que nos engole, a correria da vida não satisfaz. Queremos algo maior, mas nem nos damos conta disso, passa despercebido, sem reflexão, e aí quando surge uma causa, que também não exija muito esforço, nem nos tire da rota, aí todos abraçamos como nossa.
    Como pais cristãos temos educados nossos filhos para a carreira e não para abraçar a missão mais importante que alguém possa receber: pregar a Jesus Cristo e seus ensinos.
    O Ide de Jesus é o que pode satisfazer o anseio do coração do homem por algo maior que ele mesmo.

"Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado;"
Mateus 28:19,20






quarta-feira, 18 de novembro de 2015

O que sou quando ninguém me vê

Por Jorge Himitian -
Em nosso trabalho ou igreja, pessoas que nos rodeiam sabem como agimos ou procedemos. Em nossa casa, nosso cônjuge e filhos nos conhecem melhor ainda;sabem como é nosso caráter e nosso modo de ser. No entanto, nas profundezas ninguém nos conhece (ou nosso cônjuge, ou o pastor, ou o discipulador), mas Deus sabe. É por isso que a ação ou o conselho daqueles que guiam nossas vidas só pode ir até certo ponto.
Só Deus, através da Sua Palavra, que "é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, pode penetrar até a divisão de alma e espírito, juntas e medulas, e discernir os pensamentos e intenções do coração "." Todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas ".
Assim como as pessoas veem o meu rosto, a cor dos meus olhos e minhas expressões, há alguém que com absoluta e total clareza  vê o meu espírito e me conhece totalmente. Ele conhece os pensamentos mais secretos e intenções do meu coração.
Quais são as intenções que surgem neste lugar tão íntimo, das profundezas do ser? Quais são os pensamentos interiores que prevalecem em mim? Deus sabe.
Deixe-me explicar de maneira muito simples. A intenção mais profunda do meu coração pode apontar para mim mesmo e para Deus.
É tão simples e as vezes tão profundo isso.
Deus e eu. São as duas únicas alternativas em meu coração.
Esta é a definição mais séria e profunda que tem de enfrentar um servo de Deus para a sua formação.
O que eu procuro na minha vida? Qual é o meu propósito em tudo o que eu faço? A minha glória ou a glória do Senhor?
O fim último do homem é a glória de Deus. Nós fomos predestinados para o louvor da sua glória (Efésios 1,11-12).
Se focarmos nossa vida corretamente, seguir e orientar bem em nosso foro íntimo (em nossos corações) devemos determinar que o único propósito de nossa vida deve ser para agradar a Deus.
E não que eu preciso convencer os homens, mas a Deus. Há pouco valor a testemunhar ou orar publicamente sobre o assunto. Deus olha para o que está no meu coração e não se impressiona com as minhas palavras.
Na minha mente, há uma bússola que aponta para mim ou para  Deus; a minha realização pessoal ou para a glória de Deus; a minha vontade ou a vontade dele. Ele ou eu? Você não pode apontar para ambas as direções.
Isso é o mais profundo do que Jesus ensinou quando disse: "Negar a si mesmo". Quem não nega em si mesmo não pode ser seu discípulo, nem segui-lo.
A coisa mais importante em nossa vida é que o norte da bússola seja bem orientada em direção a Deus. O resto será fácil.
Isso é exatamente o que Paulo diz em Atos 20.24: "Mas de nada faço questão, nem tenho a minha vida preciosa para mim, contanto que possa terminar com alegria minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus"
Isso é o que deve ser escrito em nossos corações.
Hoje, existem muitos fatores externos que influenciam as ações dos homens. Eles dizem que você é o que você faria se estivesse sozinho, ninguém poderia observa-lo ou controla-lo.
Se você nunca precisasse prestar contas a ninguém, como você viveria?
Caim matou seu irmão Abel na solidão. Naquele tempo não havia polícia ou juízes ou prisão.
Considere a situação de José no Egito. Ele estava sozinho, longe de sua família, sem pai, nem pastor ou congregação para controlá-lo. Ele era um estranho em uma terra estranha. E a mulher de Potifar o tentou: "Dorme comigo ..." Quem é aquele que deu a deu a José, nessas circunstâncias especiais, a força para não cair? A intenção mais profunda de seu coração era Deus e não sua própria vontade! Que  extraordinário exemplo! Esse é o tipo de pessoa que Deus nos chama a ser.

Via Site oficial Jorge Himitian - Leia o original aqui
Jorge Himitian é um dos pastores seniores da Comunidade cristã. Ela exerce um ministério apostólico que dá cobertura espiritual a mais de 170 congregações na Argentina, Brasil, Equador, Espanha, Itália e outros países.Ele escreveu vários livros. Um dos mais reconhecidos é "O Senhorio de Jesus Cristo, Ele também é autor de Que todos sejam um, O projeto Eterno, entre outros.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Junto ao poço de Sicar

  A Samaritana - Por Sarah Catarino-

Quem contou a história não lhe deu um nome. Não sabia, ou achou que não era importante. Ela era apenas uma mulher de Samaria, zona geográfica olhada com desprezo pelos judeus.       Nunca ninguém se lembraria de falar sobre ela. A sua origem era obscura, a sua vida igual à de tantas outras da cidade. A diferença era a dor que carregava, bem fundo, no coração.     Quando a hora do calor apertou, pegou no cântaro, colocou-o à cintura e saiu. O sol castigava tudo onde tocava. Era a hora mais dura do dia e por isso, as ruas estavam desertas.        
     Caminhou devagar até ao poço de Jacó. Ao longe pareceu-lhe ver a figura de um homem junto à fonte. Quando estava mais perto, apercebeu-se que era um judeu, pelas roupas e pelo corte da barba. Nervosamente pousou o cântaro. Apanhou a lata com que tiravam a água do poço, desceu-a devagar, em gestos calculados e quando ficou cheia, puxou-a e começou a encher a bilha. O homem levantou a cabeça e interrompeu-lhe o gesto. “Dá-me de beber!” O coração da mulher disparou. Um homem judeu a pedir-lhe água...Tentou fugir ao pedido, mas Ele insistia e falava agora de algo que ela não entendia. À medida que a voz profunda do homem se fazia ouvir no silêncio do descampado, o coração da samaritana parecia querer saltar-lhe do peito. A sua necessidade de água poderia ser suprida por artes mágicas, o homem dizia-lhe que tinha uma água que não acabava nunca. Era uma oferta cheia de atrativo. Não teria que vir mais ao poço, mas seria verdade? E de repente, do nada, Ele diz:”Vai chamar o teu marido!” A dor escondida, amarrada no mais profundo da sua alma, subiu-lhe na garganta. Em voz quase inaudível respondeu que não tinha marido. Afinal, não conhecia aquele homem, não precisava de esventrar a sua frustração de ter tido um marido atrás de outro. Os rostos daqueles homens passaram em segundos fugazes pela lembrança da sua alma. Cada um deles tinha trazido à sua vida uma dor sem limite, uma sede de amor insatisfeita, uma perda de dignidade, vergonha que escondia agora nos braços de um outro, que afinal não era seu marido. O desconhecido junto à fonte insistia com voz mareada de ternura, de um som que ela nunca ouvira antes, de um cuidado que nunca ninguém lhe prestara: “Disseste bem, ele não é teu marido”. A samaritana puxou o balde outra vez. Ele tinha-se calado, mas ela não conseguia. Este homem deveria ser um profeta, pois conhecia a sua vida! Já agora queria saber que tipo de profeta era ele, para tirar tempo da sua jornada para falar com uma mulher.
     A conversa subiu de tom, à medida que Ele respondia às suas questões sobre religião.  Silêncio, outra vez. Escassos segundos apenas, antes de  ouvi-Lo dizer: “EU SOU o Messias, eu mesmo, que falo contigo!” Encostou o cântaro cheio de água, levantou os olhos para o homem à sua frente  e reparou que outros se aproximavam. Era a deixa para correr dali e ir à cidade contar a quem quisesse ouvir, que um homem lhe tinha dito tudo sobre a sua vida, sem ser abusivo, sem olhá-la com desprezo, sem palavras de condenação. 
    Dentro dela havia como que um rio a correr, sentia-se lavada, purificada. Tal como Ele dissera, a alegria era como uma fonte a jorrar. Esqueceu a água que ficara junto ao poço. Esqueceu os anos de tortura e culpa por ter vivido à margem da lei. Nos seus ouvidos e no seu coração havia umas palavras que não paravam de ecoar como se fossem sinos em dia de festa: “Sou EU mesmo, que falo contigo!” Junto ao poço de Sicar, o Messias olhou para a comida que os discípulos tinham ido comprar e  num tom de voz que eles sabiam não precisar de resposta disse: “Estou saciado. Já comi o que tinha a comer”. Na alma da samaritana  a água viva saltava para a vida eterna. No coração do Messias não havia fome, estava saciado de um pão de obediência ao desígnio do Pai.  O sol escondeu-se naquela tarde pintando o céu de cores de esperança. Em Sícar, junto ao poço de Jacó.

  Sarah Catarino - Via Thing higher

Leia essa história na bíblia em João 4: 4 a 42
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