sábado, 2 de julho de 2016

NÃO ESCREVI, MAS VOLTEI PARA FICAR

Olá amigos
Aos que estranharam a falta de postagens preciso dizer que me ausentei do blog por um período pois iniciei uma jornada que há muito desejava: buscar uma graduação em Serviço Social.
Para alguns pode não ser relevante, para outros talvez queiram saber porque isso afetou minhas postagens.
Acontece que já passei dos 50 anos e o ingresso na universidade foi algo que demandou muito empenho, fiquei por demais comprometida em leituras e trabalhos, e precisei batalhar muito para dar conta do recado.
Muita coisa mudou em meus pensamentos desde o inicio do ano, e muita coisa aconteceu neste país e não escrevi sobre nem um nem outro, não escrevi sobre o dia em que entregamos o Brasil de volta para a direita, afastando a Presidente Dilma, o qual foi ao meu ver o fato mais importante do semestre no país. Não escrevi sobre a igreja e fatos relevantes, não escrevi as palavras que recebi, porem em todo o semestre o Senhor Deus esteve presente.
Creio firmemente que foi o Pai Amado que me abriu as portas para a graduação e por isso registro aqui, quero servir a Cristo com excelência e o Serviço Social vai ser ferramenta. 
No ambiente acadêmico e plural encontrei jovens que se dizem ateus, professores que querem multiplicar os ateus, jovens de todas as tribos e muitas pessoas em busca de realizações, além de um embate pessoal com a filosofia e sua auto-colocação como verdade.
Doravante nas postagens aos poucos discorrerei sobre essas coisas, e quero também modernizar o layout do blog, afinal temos uma grande história nessas páginas e não desejo abrir mão dela.
Finalmente semestre terminado e vencido, dou graças ao meu Senhor Jesus que esteve comigo, dou graças pelas amizades, foram muitos os medos, medo do conteúdo, medo do desconhecido, medo de não dar conta, medo de "pagar mico" (rsrs), enfim férias merecidas e o livro da foto será a minha leitura nessas noites em casa, depois publico uma resenha.


Livro : Não tenho fé suficiente para ser ateu, Geisler N. e Turek F, São Paulo, Editora Vida, 2006.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

O que a Rainha de Sabá sabia sobre liderança

A revelação dada a Rainha de Sabá - 2 Crônicas 9: 1 a 12, destaque para o verso 8-
    Da rainha de Sabá, a bíblia não cita nome próprio, das linhas que a descrevem podemos observar uma mulher de personalidade forte, intrigada com as conversas que ouvira sobre o rei Salomão. E perguntando-se: "Será que ele é tudo isso mesmo?" Toma a decisão de ver por si mesma e o faz com muitas, muitas perguntas.
    Com certeza ela deveria ser instruída e culta, naquele tempo os filhos e filhas de reis tinham tutores que os ensinavam, e ela não demonstrava ter medo de se impor, expressar seus pensamentos, mas ela tinha perguntas sem respostas, as quais seus tutores sábios não souberam ou não puderam responder.
    Talvez fossem perguntas sobre a origem da vida, quem somos, para onde vamos, etc, assim imagino. Afinal essas são as grandes perguntas da humanidade e que move as ciências e investigações. Cientistas se desdobram para saber a origem do universo, a Nasa envia sondas ao espaço querendo responder as mesmas perguntas.
    Mas quando a rainha de Sabá chega em Israel, encontra um rei que conhece a Deus! E este lhe mostra o seu reino, sua riqueza e sua fé, ela é apresentada ao Deus de Israel. Ela viu os holocaustos e as ofertas.
    E ela faz as suas perguntas e a bíblia diz que nada foi profundo demais que Salomão não pudesse explicar a rainha.
    Ela então após absorver tudo isso sente-se pasma e faz a declaração do verso 8: " Bendito seja o Senhor teu Deus que se agradou de ti para te colocar no seu trono como rei para o Senhor teu Deus;" - O que significam essas palavras?
    Que o líder de Deus é colocado para Deus. Deus levanta para si líderes corajosos. Não somos colocados em posição de liderança para fazer o que gostamos ou tomar decisões a parte ou sem o governo do Pai. É para Deus que lideramos, que cuidamos das pessoas, das ovelhas, que apontamos o caminho a seguir.
    E a rainha continua: " Porque o teu Deus ama a Israel para o estabelecer para sempre; por isso te constituiu rei sobre ele para executar juízo e justiça."
É para o Senhor que somos líderes, pois ele ama o seu povo e isto nos deve trazer temor ao coração.
"A autoridade não existe como um fim em si mesma, autoridade pela autoridade; a autoridade existe para o bem daqueles que estão sob ela." Jamê Nobre.
    Deus ama e cuida do seu povo e os líderes que levanta são para cuidar das ovelhas com retidão, justiça, amor, para o Senhor. As ovelhas são do Senhor. A igreja é dele.
    Essa foi a revelação que a rainha de Sabá recebeu de Deus ao visitar o rei Salomão, e ela voltou ao seu povo, uma líder consciente e ciente de seu chamado, de como um líder deve ser, e com certeza ela deve ter sido transformada em uma rainha melhor, mais sábia, mais justa para com seu povo, pois quando é Deus que revela a nós, nossa vida é transformada.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

10 coisas que você precisa saber sobre ministério

Por Osvaldo Santos Gomes


  Temos aqui dez declarações sobre o ministério que são essenciais mas facilmente esquecidas, e quando o são, comprometem todo o nosso chamado:
1- O fundamento do ministério é o caráter. 

2- A natureza do ministério é o serviço.


3- O motivo do ministério é o amor.


4- A medida do ministério é o sacrifício.


5- A autoridade do ministério é a submissão.


6- O propósito do ministério é a glória de Deus.


7- As ferramentas do ministério são a palavra de Deus e a oração.

8- O privilégio do ministério é o crescimento.


9- O poder do ministério é o Espirito Santo.


10- O modelo do ministério é Jesus Cristo.


"Atenta para o ministério que recebeste no Senhor, para que o cumpras." Colossenses 4:17

Osvaldo Santos Gomes é pastor em Valinhos,SP

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Suporte a fome

Carlos Sá Andrade em 5 minutos nos fala sobre Hebreus 12:14 a 17




Carlos Sá Andrade é pastor em Salvador -BA

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Oito coisas que devemos evitar quando discipulamos

Por Jorge Himitian -
    Deus nos tem delegado autoridade para edificar nossos irmãos. Se não exercermos a autoridade, não podemos edificar a casa de Deus. No entanto, devemos ter muito cuidado nessa área porque o exercício de autoridade envolve riscos e perigos que devemos evitar.
    Aqui mencionamos oito coisas sobre as quais temos que ter cuidado:
1) A ambição do poder
    Esse é um dos males mais arraigados na natureza humana. Quando percebemos que nossos comandos são atendidos (a alguém dizemos “venha” e ele vem; a outro dizemos “vá” e ele vai; a um terceiro dizemos “faça tal coisa” e ele faz”) é possível que sintamos uma satisfação carnal. Isso pode chegar a perverter nosso coração, fazendo uso da autoridade para alimentar nosso ego. Se exercemos autoridade deve ser unicamente para servir aos irmãos (Mateus 20.25-28).
2) A autoridade despótica
    Quanto dano é causado pelo exercício da autoridade sem amor, graça e carinho!! Exercer autoridade não significa atuar e falar num tom ditatorial e enérgico, mas mostrar para o discípulo a vontade do Senhor com amor e firmeza. Embora, por vezes, uma repreensão seja necessária, esse não pode ser o tom permanente de nossa relação com os discípulos (1 Tessalonicenses 2.7-8).
3) A falta de autoridade
    Outro perigo é manter uma autoridade aparente, sem exercê-la realmente. Ser demasiadamente brando e condescendente faz com que  vida do discípulo não se desenvolva nem cresça. Nesse caso, a relação não é mais do que uma boa amizade. Não há instruções, ordens claras, observação nem direção (2 Timóteo 4.2; Tito 2.15).
4)  Pretender ser autoridade em todos os temas
   Não somos autoridade em todas as matérias. Devemos nos limitar ás áreas que nos competem. Devemos saber dizer “não sei”. Certas situações devem ser encaminhadas para outras pessoas, e muitas outras vezes precisamos consultar e nos aconselhar em vez de dar uma resposta apressada.
5)  Dirigir vidas em vez de formá-las
    O operário e o aprendiz estão sob autoridade, no entanto, depois de vários anos o operário segue sendo operário e o aprendiz, diretor. Um discípulo é um aprendiz; devemos sobretudo ensiná-lo e formá-lo. É fácil dirigir uma vida; a questão é formá-la. Não lhe diga o que ele pode descobrir por si, não faça o que ele pode fazer, lhe delegue responsabilidades e dê espaço para que possa experimentar.
6) Perpetuar uma autoridade vertical desnecessariamente
    Nosso objetivo é que os discípulos cresçam e cheguem à maturidade. Na medida em que isso ocorre, a verticalidade deve ir declinando para dar lugar à mutualidade.“Sujeitai-vos uns aos outros” (Ef. 5.21; 1 P. 5.5). Não devemos ser um tampão para nossos discípulos, ao contrário devemos animá-los a crescer ainda mais que nós mesmos.
7) Ser “intocável”
    Devemos lembrar que sobretudo somos irmãos. Qualquer discípulo deve ter liberdade para nos admoestar quando vê algo mal em nossa vida. Existem aqueles que nos questionam porque têm rebeldia em seu coração, mas também há os que por vezes nos questionam porque têm mais vida própria e inquietudes legítimas em seu interior. Não devemos resistir sistematicamente a todo questionamento, mas sim considerar objetivamente o aporte dos irmãos que pensam diferente de nós.
8) Tratar a todos da mesma maneira
    Não podemos tratar a todos por igual. Não podemos discipular do mesmo modo o jovem e o ancião. O trato deve ser de acordo com cada pessoa. Em 1 Timóteo 5.1-2, Paulo pede a Timóteo que seu trato seja de acordo com cada pessoa. Seria prejudicial ter um método único e dar a todos o mesmo tratamento. Ainda que os princípios e ensinos sejam os mesmos para todos, no entanto o trato deve ser de acordo com a pessoa, levando em conta sua idade, sexo, personalidade, capacidade e outras questões.
Jorge Himitian Leia o original aqui

domingo, 10 de janeiro de 2016

Conversando com minha alma

Por Chico Ferreira -
    "Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu." (Salmos 42.11).
    Às vezes precisamos aprender a conversar com nossa alma. Eu sei que não é uma conversa fácil, pois é conversar com o mais exigente ouvinte: "o nosso íntimo. " Olhar para dentro é mais difícil que olhar para fora. Às vezes é mais fácil falar com uma multidão do que conversar com nossa própria alma. Quase sempre é mais fácil consolar o aflito, do que encorajar a mim mesmo!
    É preciso dizer a nossa alma que a tristeza não vai durar para sempre! Devemos proclamar em alta voz, para nossa alma: "Que Deus está no controle," ainda que eu não perceba, que não consiga discernir o momento. Preciso anunciar a minha alma: Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu.



Leia mais textos de Chico Ferreira aqui
Ele é pastor e escreve em Falando aos discípulos

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Quarto de Guerra - O filme

Uma reengenharia social está em curso, estamos vivendo uma desconstrução em escala global, valores estão sendo sistematicamente esmagados, desconstrução da família, da fé, de gênero, de princípios. Trata-se de uma degeneração articulada, por um sistema de poder que tem alvos definidos e não hesita em destruir tudo que nos é caro e de valor intrínseco. Não, não é o filme. Você tem percebido que assim sãos os dias de hoje? É a nossa realidade.
    E eis que surge o filme "Quarto de Guerra".
    Alerta de Spoiler, (rs)
    Gosto muito de cinema e igualmente de transmitir minhas impressões, e o filme "War Room", Quarto de Guerra no Brasil, dos mesmos produtores de "Desafiando Gigantes" e "À Prova de Fogo", traz em seu roteiro, a história de uma família, na qual o casal (Tony e Elizabeth) lida com diversos problemas de relacionamento e isto também acaba afetando a vida de sua única filha.
    Corretora de imóveis, Elizabeth já estava sem esperanças de restaurar suas relações familiares, quando conhece sua nova cliente (Sra Clara), que está colocando a casa à venda. Já idosa, Clara acaba chamando a atenção da corretora quando apresenta um cômodo um tanto 'inusitado' de seu lar: o "Quarto de Guerra" - local onde se recolhe diariamente para orar. 
    Fiquei impactada pelo filme e confesso que chorei, um drama cristão bem feito, bem editado, boa música e cheio de boas tiradas "conselheiras", mas o mais importante são os valores que ele traz consigo.
    O filme é um chamado a igreja de Cristo para a oração. Na telona, com o casal central, ele fala da importância da família, fala de discipulado através da personagem Sra Clara transmitindo seus conhecimentos, aprendidos na luta da vida, para sua nova amiga Elizabeth, fala de restituição e verdade, de perdão. Exalta o poder que Deus tem para mudar  histórias de vida.
    A igreja está mergulhada na mesmice, incorporando os valores do mundo, imersos na tecnologia, esquecendo de orar, tomamos café com o Face Book e WhatsApp, e abrir a bíblia então nem pensar, saímos correndo para nossas atividades e deixamos de cultivar um dos maiores ensinos que rebemos: o devocional que todo cristão deveria e precisa fazer, tempo a sós com Deus. 
    Com personagens autênticos, humanos, nos identificamos facilmente com eles, aparentamos uma coisa e somos outra, "por fora bela viola, por dentro pão bolorento" já dizia este ditado antigo, e o filme vem nos lembrar que Deus opera no interior do ser humano e transforma a alma!
    O poder da intercessão, quando nos colocamos na brecha, lembra desse termo? Era tão popular anos atrás e hoje é desconhecido de uma geração que não aprendeu a orar. Isso me lembra do texto em que Deus "maravilhou-se que não houvesse um intercessor, pelo que o seu próprio braço lhe trouxe a salvação e a sua própria justiça o susteve" em Isaías 59:16.
    O filme é inspirador, corra para vê-lo, enquanto o inimigo busca criar uma consciência coletiva com seus filmes de nova era, super-heróis, violência explícita, Quarto de Guerra é um despertador de Deus, que sua igreja acorde, seu povo volte a oração, volte a peleja pois muitos estão se perdendo e o grande dia se aproxima.



Veja o Thriller aqui
Serviço: War Room, Quarto de Guerra, EUA, 2015
Direção: Alex Kendrick
Música: Paul Mills
Roteiro: Alex Kendrick e Stephen Kendrick
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