segunda-feira, 4 de novembro de 2013

No Titanic um herói da fé

    Conheça a história do Pastor John Harper, que sacrificou sua vida para evangelizar durante o naufrágio do Titanic:
    No dia 10 de abril de 1912, o navio Titanic partiu de Southampton, no Reino Unido, para sua viagem inaugural, que seria também sua última viagem. Quatro dias após iniciar sua viagem, o navio se chocou em um iceberg e naufragou, entrando de maneira triste na história como a maior catástrofe marítima de todos os tempos ceifando a vida de 1517 pessoas.
    Entre essas milhares que perderam suas vidas está o Reverendo John Harper, que viajava para fazer uma visita e pregar na Moody Church em Chicago. Porém devido ao trágico fim da viagem inaugural do Titanic, Harper nunca chegou ao seu destino, mas teve os momentos finais do navio como seu último campo missionário.
    John Harper nasceu em uma família de cristãos devotos em 29 de maio de 1872, em Renfrewshire, na Escócia. Aos 13 anos professou a fé em Cristo e começou a dedicar-se às escrituras com um zelo tão intenso pelas almas que aos 17 anos já estava pregando nas esquinas de sua cidade natal, enquanto se sustentava trabalhando em uma fábrica local. Depois de pregar na rua por cinco ou seis anos, ele foi ouvido pelo Rev. EA Carter da Missão Batista Pioneira em Londres, que o convidou a trabalhar em tempo integral em Goven, na Escócia.
    Na época de sua viagem a Chicago, Harper havia decidido reservar passagens no navio RMS Lusitãnia, mas com o cancelamento da viagem desse navio, reservou passagens de segunda classe no próximo navio que partiria rumo aos Estados Unidos, então em 10 de abril de 1912, ele embarcou no RMS Titanic junto com sua filha de 6 anos, Annie Jessie, e sua sobrinha Jessie Wills Leitch.
    Então na noite do dia 14 de abril, o Rev. Harper foi despertado pelo som do iceberg rasgando o casco do navio, ele acordou sua filha, envolveu-a em um cobertor e, quando se tornou evidente que o navio afundaria, com lágrimas nos olhos, beijou sua filha e a entregou junto de sua sobrinha a um tripulante que as colocou em um bote salva-vidas.
   Como Annie e Jessie entraram no bote e estavam em segurança, Harper virou-se e olhou para o seu novo campo de missão: o grande número de pessoas que teriam poucos momentos de vida por causa do naufrágio. Testemunhas relatam que após o navio se partir e cerca de 1500 pessoas serem lançadas às águas geladas do mar, o Rev. Harper passou seus últimos momentos nadando freneticamente de pessoa para pessoa perguntando sobre o estado de suas almas e proclamando a verdade do evangelho, especialmente por meio de Atos 16:31.
    Harper nadou até um homem que estava agarrado a um pedaço dos destroços e lhe peguntou: "Você está salvo?" O homem respondeu que não. Ao ouvir isso, o Rev. Harper tentou levar o homem a Cristo, mas o homem recusou. Rev. Harper tirou o colete salva-vidas e deu para o homem e disse: "Aqui, então, você precisa disso mais do que eu...", e nadou para evangelizar outros. Um pouco mais tarde, Harper voltou a esse homem e tentou novamente e o conduziu a Cristo, depois O Rev. Harper tentou nadar para os outros, mas desta vez começou a sucumbir à hipotermia. Suas últimas palavras foram: "Creiam no Senhor Jesus e serão salvos, você e os de sua casa"
John Harper
    A história do Reverendo John Harper só se tornou conhecida porque esse homem para o qual entregou seu colete foi um dos seis sobreviventes que foram retirados das águas geladas. Ele conta, segundo o site leben: "Então, com dois quilômetros de água abaixo de mim, no meu desespero eu chorei a Cristo para me salvar...Eu sou o último convertido de John Harper.
    Na noite antes de sua morte, John Harper disse que seria uma bela manhã, e devido o acontecimento trágico, para aqueles que entregaram suas vidas a Cristo e para o pastor dedicado, uma manhã gloriosa de verdade. As águas geladas do Atlântico Norte, se tornou a porta de entrada para um dia glorioso e eterno no calor da presença de Cristo!

Fonte Gospel +, Leben


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Para cima e para o lado

Via Ademir Ifanger-
    Estava aqui a pensar na multiplicação de igrejas nas cidades e o grande rodízio de membros de uma para outra que, vendo pelo lado negativo, quebra-se relacionamentos antigos, por outro lado estas pessoas revitalizadas pela novidade de estar em outro grupo ajudam promover um certo crescimento destas outras comunidades/igrejas, porém o ciclo continua e os fatos se repetem. Quais seriam as causas? Inúmeras, de natureza espiritual, social, psíquicas, doutrinárias, desgastes no relacionamentos, expectativas frustradas, falta de unidade da igreja, personalismos, desânimos, falta ou perda de fé, descontentamento com a liderança, etc.
    Não pretendo discutir estas causas, todas amplamente conhecidas. Mas algo me veio à mente e gostaria de compartilhar aqui: "A constante insatisfação gerada pela sociedade de consumo que promete felicidade aqui e agora e valoriza as pessoas pelo que elas representam para o mercado". A igreja não consegue, por mais que tente acompanhar este rolo compressor, porque com isso nega o evangelho, ao se tornar uma igreja de eventos ou igreja empresa.
    O problema é que as pessoas valorizam isto mais que relacionamentos comprometidos. Daí duas atitudes extremas: 1- Se ajustar à este processo destruidor ou 2- Desacreditar de tudo que possa ser um processo de caminhada e esperança.
    Mas existe um caminho sobremodo excelente: Olhar para cima e para o lado - comunhão com Deus e com os irmãos, para viver um estilo de vida simples, aceitando as limitações presentes, porém sabendo que morremos para este mundo, e que nossa vida real está oculta com Cristo, em Deus.
    "Quando Cristo que é a nossa vida se manifestar, nós também seremos manifestados com ele em glória".(Colossenses 3:3 e 4)
    Esta é a nossa bendita esperança que já podemos começar a desfrutar agora, no poder do Espírito Santo. Amém.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Alargue...

Via Think Higher
    Há um termo no Novo Testamento que descreve como funciona o nosso círculo de relacionamentos. De Fato este termo mostra a pedra básica do edifício da sociedade humana. É a palavra que se refere à comunidade e na nossa bíblia, é traduzida por casa. Por exemplo, quando Pedro diz em Atos 16:31 "...serás salvo, tu e tua casa".
    O termo grego é oikos.
    O oikos onde nós vivemos, não comporta muita gente. Podemos conhecer até centenas de pessoas, mas tempo de qualidade, só é gasto com muito poucas pessoas. Por isso os nossos relacionamentos, as nossas amizades fora do nosso oikos, são casuais.
   É raro encontrar uma pessoa que tem mais que 20 pessoas no seu oikos, o máximo são 9 e uma grande percentagem não desenvolveu nenhum novo relacionamento nos últimos seis meses.
    A vida humana é feita de cadeias infinitas de ligações oikos. Em todas as culturas, a intimidade destas ligações é considerada sagrada e a segurança do indivíduo reside na afirmação que recebe daqueles que são significativos no seu oikos.
    Jesus Cristo era perito não apenas em relacionamentos intencionais, mas em invadir os oikos das pessoas do seu tempo. Ele entrava nas "casas", umas vezes convidado, outras sem ser convidado e mesmo quando O convidavam, confundia a tradição daquela família, curando, libertando, abençoando todos os que vinham a ele, não apenas os da família que o recebia.
    E se todos vissem o potencial que há em nós para que a nossa casa, o nosso oikos se alargue, para podermos consolar outros, ajudar outros, falar de Jesus a outros, orar por outros, estender uma mão amiga a outros, limpar as lágrimas a outros?
    Se insistir em dizer: "Não sou capaz, não tenho muito jeito, tenho receio que não me aceitem", nunca vai experimentar a alegria que é dar-se a si mesmo e saber que alguém ficou muito feliz por sua causa...
    Alargue o seu oikos, hoje!

Sarah Catarino


domingo, 22 de setembro de 2013

Não perca Jesus

    Logo no inicio do evangelho de Lucas encontramos Jesus aos 12 anos indo com seus pais Maria e José para Jerusalém participar da Festa da Páscoa, era um costume anual, ao regressarem, percorrida já uma boa distancia que a bíblia chama de caminho de um dia, seus pais perceberam que Jesus não estava entre eles, nem entre os parentes que voltavam juntos. Perderam Jesus.
    As vezes também o perdemos! Seguimos nossa vida tão envolvidos que esquecemos de Jesus, nossa sociedade pós moderna frenética nos coloca tantas preocupações, ocupações legitimas até, que estas nos engolem e dia após dia corremos e perdemos Jesus.
    Podemos também perde-lo nos costumes e na religiosidade, Maria e José estavam cumprindo um costume e estavam certos em faze-lo, mas o costume ficou maior que Jesus. Estavam tranquilos entre os parentes, quando descansamos na experiência de outros, quando caminhamos no vácuo de alguém que busca a Deus ao invés de buscar minha própria experiência pessoal com Jesus, ele pode estar perdido. Tudo que o substitui seja negativo ou positivo pode me fazer perde-lo. Não siga displicentemente sua jornada, tenha Jesus com você, certifique-se disso.
    Para encontra-lo temos que fazer o caminho de volta, como fizeram seus pais. Após três dias quando o viram Maria disse : "teu pai e eu aflitos, estamos à sua procura". Temos que buscar a Jesus desesperadamente, refletindo em como está a nossa vida, o Senhor vai responder, vai se revelar!
    Na oração eu encontro Jesus, no encontro diário. A melhor coisa é seguir nossa caminhada tendo Ele, Jesus como companheiro.
    Encontro Jesus na resposta ao chamado dele para mim! Não perca Jesus da sua vida! Logo que seus pais o viram ficaram maravilhados, assim você vai ficar quando o encontrar!

Leia a narrativa na íntegra em Lucas 2:41 a 48.




segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Defina seu coração

Via Conexão Eclésia

    Uma das mais conhecidas de Jesus é a parábola do semeador (Mateus 13:1-9). Vemos Jesus comparando os solos onde a semente caiu com o coração dos homens. Particularmente, sempre me identifiquei com o coração do versículo 5, que não deu frutos por não ter raízes, tal verso diz que a semente não tinha raiz porque a terra não era profunda.
    Será que alguém diria que o problema que levou aquele coração a não frutificar era a semente que fora plantada nele? Sabemos que não. Como a semente é a palavra de Deus, nela não há nada de ruim. O problema é quando uma semente perfeita encontra um solo que não lhe oferece as condições necessárias para ela lançar suas raízes, crescer e frutificar.
    Se o nosso coração não tiver terra profunda, todas as sementes, todas as palavras que forem ministradas a ele, vão nos alegrar somente no primeiro momento, mas depois com o passar do tempo, morrerão. E para tornar o nosso coração numa terra profunda precisamos romper com toda superficialidade. Acredito que isso é um fenômeno que ocorre toda vez que uma semente é lançada aos nossos corações, nesse momento temos uma decisão a tomar entre deixar o nosso coração aberto para que ela entre e mude tudo que Deus quer ou escolher ficar na superficialidade, deliberadamente, não permitir que ela entre com profundidade. E isso, essa escolha, só se toma da seguinte maneira: ou você pratica o que a palavra diz, ou não. Não há meio termo.
    Todo coração sem prática da Palavra é um coração raso e, nesse solo nenhuma semente cresce. Então diante disso, nos cabe analisarmos: que solo eu tenho sido? Um de terra profunda ou um raso, que não deixa a palavra penetrar, criar raízes e crescer? Diz Tiago que quando não praticamos a Palavra, estamos enganando a nós mesmos. (Tiago 1:22). Pense hoje em todas as sementes que foram plantadas na sua vida e escolha dizer não para a sua carne. Escolha cumprir o que lhe foi dado como Palavra de Deus, faça do seu coração um terreno fértil e frutífero, acolha com mansidão cada palavra que for ministrada ao seu coração e pratique cada uma delas. Sendo assim, você terá um coração profundo, onde sementes encontrarão espaço para crescer.

"Mas o que foi semeado em boa terra, é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta e outro trinta"   Mateus 13:23

Cristiano Brum

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Consulta Nacional às Igrejas

Organizações evangélicas realizam consulta nacional sobre democracia


As Manifestações populares ocorridas no mês de Junho trouxeram para o debate público a necessidade de repensar a democracia brasileira nos seus aspectos políticos e sociais.
As pessoas que foram às ruas querem participar mais das decisões que afetam suas vidas.
Ocorrendo em mais de 300 cidades brasileiras os protestos alcançaram o reconhecimento de sua demanda inicial e imediata- a revisão do aumento das tarifas de transporte-, e uma resposta imediata do poder público quanto à necessidade de debater a Reforma Política. Este momento novo da democracia brasileira reapresenta a possibilidade de discutir que tipo de sociedade estamos construindo e que tipo de democracia queremos.
As igrejas evangélicas têm a oportunidade de contribuir com esse amplo debate de forma organizada e a partir das bases: refletindo, orando e agindo conforme suas possibilidades. Essas é uma oportunidade única de unirmos forças com a população que foi às ruas para sermos participantes e responsáveis pelos rumos de nosso país. Entre 14 de agosto e 15 de setembro convide nossos irmãos e irmãs para conversar sobre este momento especial.
É a hora de ser voz profética e participar!
"Corra a retidão como um rio, a justiça como um ribeiro perene!" (Amós 5.24)

Na Prática a iniciativa quer estimular os cristãos a fomentarem discussões, oração e ações em suas denominações, sobre democracia e acontecimentos recentes do país.
Organizações promotoras da iniciativa: Aliança Evangélica, Visão Mundial, Tearfund, Renas, FTL-Brasil, CLAI, Rede Fale, Evangélicos pela Justiça e Sepal.

Fonte: Ultimato



sexta-feira, 9 de agosto de 2013

PREFERINDO AS RÃS

    As Pragas do Egito, quem não conhece esta história? Ela tem algo curioso que revela como é enganoso o coração do homem.
    Dentre todas as pragas enviadas ao Egito uma delas me chamou a atenção, a das rãs, imaginem só um monte de rãs gosmentas pulando por todos os lados e fazendo sujeira por todo o Egito, o cheiro  insuportável.
    A parte que me chama atenção é quando Faraó manda chamar Moisés e pede que ele afaste a praga deles e Moisés então pergunta:
    - Quando queres que retires estas rãs de vós?
    Surpreendentemente Faraó diz : - Amanhã! Ele poderia ter dito: agora, neste momento! mas não, ele quis passar mais uma noite com as rãs.
    E nós, quantas vezes passamos mais uma noite com as rãs? Se o Deus que nos criou é capaz de nos livrar de todo mal, por que ainda assim preferimos ficar com as rãs?
    Isto revela como é enganoso o coração do homem, orgulho, uma semente de veneno, tendo sempre que tirar vantagem não importa a condição.
    A vida com Deus é simples, andar com Deus é simples, se Faraó tivesse aceitado a direção e deixado o povo de Deus ir desde o inicio, seu próprio filho não teria morrido.
    Mas seu coração prendera-se ao orgulho, às coisas materiais, (apegado ao poder). E não deixava o povo de Deus ser feliz e adorar outro a não ser ele, tudo era para ele.
    Mas quando Deus chama seus escolhidos, ele vence qualquer barreira, derruba qualquer prisão, você é um escolhido de Deus! Não faça como Faraó endurecendo seu coração para as coisas de Deus, ele te quer ver livre!
    "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará"   (João 8:32)
Por Adenauer N. O. Queiroz

Nota do blog: foram 10 as pragas do Egito: Rãs, água em sangue, piolhos, moscas, peste, úlceras, tempestade de granizo, gafanhotos, trevas, morte dos primogênitos, leia a história completa em Êxodo 7:20 a 12:29
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