domingo, 19 de fevereiro de 2017

Poesia que acalma a alma

Por Leandro Queiroz -

As estrelas sempre brilham
O sol nasce de novo todo dia
Assim é seu amor por mim!

Mesmo que alguns dias
As nuvens podem os encobrir
Eu sempre sei que estão lá
                                                      Assim é seu amor por mim!

                                                      A tempestade pode escondê-los
                                                      Nos fazendo acreditar
                                                      Que tudo está acabando
                                                      Mas depois que passa o caos
                                                      A água que cai sempre traz vida
                                                      Assim é seu amor por mim!

                                                      O seu amor nunca muda
                                                      Nunca Falha, nunca acaba
                                                      Nunca atrasa, nunca se esvazia
                                                      Assim é seu amor por mim!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Discipulado entre mulheres de diferentes gerações-parte 3

Por Leeann Stiles - Parte 03 -  Fruto rico 


Por que as mulheres mais velhas e mais jovens na igreja devem criar amizades e formar relacionamentos de discipulado? A resposta mais importante é que a Bíblia nos diz para fazermos isso. E à medida que desenvolvemos essas amizades, o fruto é realmente rico.
Através do discipulado passamos adiante a verdade do evangelho, para que as mulheres cheguem à fé e cresçam na fé. Esses relacionamentos testemunham a nós das misericórdias de Deus, que se renovam a cada manhã e a cada geração. Com um pouco de incentivo, um pouco de treinamento, e um número crescente de bons modelos, a igreja de Jesus será cheia de mulheres a discipular outras mulheres, para servi-lo fielmente em todos os chamados de nossas vidas.
Leia aqui a Parte 01
Leia aqui a Parte 02- Criando uma cultura de discipulado.

Por: Leeann Stiles. © 2016 The Gospel Coalition. Original: Como Promover Discipulado Entre Mulheres de Diferentes Gerações. Tradução: Ethel Friggi.  © 2016 Ministério Fiel
Nota do editor: Este artigo faz parte de uma série que aborda questões específicas relacionadas com o ministério entre as mulheres através da igreja local. Temos uma equipe de mulheres animada para responder a um seleto número de perguntas. Por favor, envie todas as perguntas sobre ministério de mulheres para nossa coordenadora de Iniciativas para Mulheres, Mallie Taylor (mallie.taylor [@] thegospelcoalition.org).
Em seguida, faça questão de obter uma cópia do livro “Ministério de Mulheres: Amando e Servindo a Igreja por meio da Palavra” (Editora Fiel). Este livro apresenta uma visão para o ministério entre as mulheres que é fundamentada na Palavra de Deus, cresce no contexto do corpo de Cristo e tem como objetivo a glória do Filho de Deus.  Você também pode participar de uma das Conferências para Mulheres do The Gospel Coalition.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Promovendo discipulado entre mulheres de diferentes gerações-parte 2

Por Leeann Stiles  Parte 02 -  Criando uma cultura de discipulado

Alguns anos atrás, os presbíteros da nossa igreja começaram a conduzir nossa congregação na promoção de uma cultura de discipulado – queríamos amadurecer como corpo de cristãos que se ajuda mutuamente no aprendizado sobre como seguir a Cristo, à luz da sua Palavra. Conforme consideramos como promover este discipulado entre as mulheres, as nossas ideias giraram em torno de três verbos: encorajar, ensinar e modelar.
 1. Encorajar 
 Embora a maioria das mulheres cristãs tenha uma ideia do valor das amizades entre gerações, é necessário um pouco mais de estímulo. Nossa igreja simplesmente começou a falar sobre o assunto. Nas reuniões de mulheres nós passamos a reservar um tempo para compartilhar a visão das mais experientes, e a encorajar as mulheres a começar a orar sobre como elas poderiam alcançar umas às outras. Trouxemos à tona o valor dos relacionamentos de discipulado nos estudos bíblicos, nos almoços da igreja, ao responder a perguntas sobre ministérios de mulheres — basicamente utilizamos todas as chances que tivemos. Eventos para mulheres, pequenos grupos e equipes de ministério forneceram oportunidades para conhecer e começar amizades com mulheres de fora dos nossos círculos homogêneos.
Pela graça de Deus, a ideia lentamente pegou. As mulheres mais velhas e as mais jovens começaram a reunir-se — lendo a Palavra de Deus, examinando suas vidas à luz dela, orando para caminhar de acordo com ela.
Nós também tentamos afirmar e apoiar. Nossos pastores e presbíteros trouxeram palavras de encorajamento. Sugerimos bons materiais para leitura e estudo nas reuniões, bem como métodos de entendimento das Escrituras em pares ou em pequenos grupos. Os líderes gentilmente recusaram-se a assumir situações de confusão, aconselhando e orando por aqueles que já estavam envolvidos na resolução.
 2. Ensinar
Muitas mulheres sentem que não estão prontas para discipular alguém mais jovem. Isto pode ou não ser verdade. Se somos mais experientes, devemos nos perguntar por que nos sentimos despreparadas. Nós estamos levando o nosso próprio crescimento espiritual a sério? Temos ponderado sobre as maneiras pelas quais Deus tem nos conduzido ao longo dos anos? Estamos nos dedicando ao estudo das Escrituras, à oração, ao aprendizado da teologia, à leitura de bons livros? Se assim for, podemos orar por confiança guiada pelo Espírito para nos abrir e compartilhar um pouco do que temos aprendido. Se não, podemos começar a nos dedicar a crescer em Cristo — não apenas para nosso próprio bem, mas para o crescimento dos que nos rodeiam. Talvez possamos nos ajuntar com uma outra mulher para aconselhar uma mais jovem, como Sneha fez.(Sneha foi citada na parte 01)
Além de incentivar o crescimento pessoal, as igrejas podem oferecer ajuda através do ensino e do treinamento. Nosso pastor, por exemplo, criou três classes de seis semanas para as mulheres – ministradas por mulheres, focando nas disciplinas espirituais, como discipular alguém, e nos versos de Tito 2, especificamente para mulheres. Outros organizaram retiros de mulheres com foco nestes temas. Ensino informal em pares ou em pequenos grupos reforça o que ouvimos em encontros maiores. Pela graça de Deus nós estamos crescendo em nossa determinação e capacidade de fazer o bem, no sentido espiritual, uns para com os outros, ao invés de apenas distribuir uma sabedoria mundana.
 3. Modelar
Finalmente, as mulheres precisam ver bons modelos. O mundo que nos rodeia está oferecendo todos os tipos de modelos. Nós, na igreja, então, devemos demonstrar o fruto de piedade em toda uma variedade de chamados, conforme compartilhamos nossas vidas juntos.
Tenho o privilégio de conhecer mulheres que fazem isso de maneiras maravilhosamente criativas. Eu mencionei Kristie e Sneha. Mas há também minha amiga Joanne, que convidou mulheres recém-casadas e jovens mães para uma manhã em uma praia próxima, e usou este tempo para falar de casamento e maternidade. Ela encontrou muitas oportunidades proveitosas para acompanhar essas mulheres individualmente.
Sarah e Joanna reuniram um grupo de meninas da universidade e montaram um painel de mulheres maduras para colocar suas perguntas. Uma animada discussão surgiu, e amizades foram formadas e têm continuado a se desenvolver.
Eu dei apenas alguns exemplos; as possibilidades de fomentar discipulado criativo são infinitas. (Discussões auxiliares e sinceras sobre este assunto podem ser encontradas no capítulo 7 do material do “Ministério de Mulher”, Jovens e Senhoras: Levando Tito a Sério”, por Kristie Anyabwile e Susan Hunt

 leia a parte 01 aqui  

Leia aqui a parte 03 - Fruto Rico

Por: Leeann Stiles. © 2016 The Gospel Coalition. Original: Como Promover Discipulado Entre Mulheres de Diferentes Gerações. Tradução: Ethel Friggi.  © 2016 Ministério Fiel


domingo, 8 de janeiro de 2017

Como promover discipulado entre mulheres de diferentes gerações

Por Leeann Stiles  Parte 01 - 
Por que as mulheres mais velhas e mais jovens da igreja devem fazer amizade e criar relacionamentos de discipulado? Nossas vidas são ocupadas, afinal de contas, e é bem mais tranquilo passar tempo com aquelas que são da nossa própria idade. Além disso, podemos nos perguntar que conhecimento ou incentivo teríamos a oferecer umas as outras. Talvez nós desejemos tais relacionamentos, mas achamos difícil desenvolvê-los.
Muitas mulheres estão perguntando a respeito de orientação e discipulado entre as mulheres na igreja.

Buscando a visão

Deixe-me compartilhar sobre uma visita à minha amiga Kristie. Ela me convidou para um chá de mulheres que ela e várias outras mulheres tinham organizado para a sua congregação. Depois de servidas as bebidas, a anfitriã pediu a várias participantes para contar testemunhos sobre a fidelidade de Deus. As histórias eram pessoais e comoventes. As mulheres mais velhas descobriram quão profundamente suas histórias encorajaram as mulheres mais jovens. Conexões foram feitas naquele dia, e amizades continuaram a se desenvolver.
E havia também Sneha, que queria aprender sobre como discipular mulheres mais jovens, mas não sabia por onde começar. Então, ela me convidou para se juntar a ela num encontro com uma nova cristã. Todos os sábados durante vários meses nós três estudamos a Bíblia, oramos e falamos sobre o chamado de Deus para nossas vidas. Sneha pegou a visão de discipular mulheres com a Palavra de Deus e agora ela se encontra com várias mulheres toda semana.
Tanto o Antigo quanto o Novo Testamento nos instruem a investir em tais relacionamentos. As gerações mais velhas são chamadas a passar adiante histórias sobre a fidelidade de Deus e os desafios sobre apegar-se ao evangelho (Deuteronômio 5.11; Salmo 10.2; 2Timóteo 2.2; 4.1-4; 1Timóteo 15) Da mesma forma, as gerações mais velhas precisam de incentivo para perseverar em sua fé (Hebreus 6.11; 2Pedro 3). Tito 2.1-6 não podia ser mais claro: como parte de congregações centradas no evangelho, as mulheres mais velhas devem modelar comportamento reverente e temperado e ensinar virtudes que as mulheres mais jovens precisam conhecer.
Por: Leeann Stiles. © 2016 The Gospel Coalition. Original: Como Promover Discipulado Entre Mulheres de Diferentes Gerações. Tradução: Ethel Friggi.  © 2016 Ministério Fiel

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Enfim, chegamos vivos em 2017!

Carta Pastoral - Por Jamê Nobre
Aos meus companheiros de jugo,

Enfim, chegamos vivos em 2017!

Para alguns 2016 foi um ano quase interminável. Pensavam que o ano nunca iria terminar, pois esperavam que 2017 iria trazer coisas novas.
Outros, mais analíticos, olharam para o ano findo em busca de ensinamentos, lições, que podem ajudar a fazer de 2017 um ano melhor.
Mas, tanto um pensamento como outro me parecem se, no mínimo, equivocado, pois, tecnicamente, o que muda na passagem de um ano para o outro, é simplesmente um número.
As festas, as superstições, a roupa branca que muitos usam, não tem o poder de mudar, absolutamente nada.
Infelizmente, até no meio do povo de Deus existe essa falsa esperança de que a mudança de ano, traz mudança de circunstância, de caráter, de vida, enfim.
Um ano não é diferente do outro. Todos são iguais.
Mas o que faz a diferença?
O que vai fazer toda a diferença é uma mudança de mentalidade e, consequentemente, de atitude e de comportamento.
Quero propor uma análise de alguns textos e atitudes propostas neles para ver se dali tiramos algumas lições para que o ano de 2017 seja totalmente diferente de todos os outros anos.

No livro do Êxodo, no seu capitulo 12, o Senhor dá instruções a respeito da Páscoa.
É sabido pelos cristãos que a Páscoa do antigo pacto, aponta para a Ceia do novo pacto, representando a nossa participação no sangue e na carne do Cordeiro sem defeito, o Senhor Jesus.

A instrução foi dada para um povo que ficou 430 anos em ambiente hostil, longe de sua terra.
Foram muitos anos de vida em uma cultura totalmente diferente da cultura que o Senhor tinha para aquele povo.
O contato com Deus era raro. Esse povo vivia rodeado para milhares de ídolos.
Quando Moisés pergunta ao Senhor quem o estava enviando, o nosso Deus, lhe responde que “Eu Sou” o estava enviando.
Com essa resposta o Senhor Jeová estabelece o ponto se referência para Moisés e para toda uma nação que estava imersa em cultura estranha.
“Eu Sou”. Isso fala, entre outras coisas, que todos os ídolos adorados pelos egípcios eram nada!

No capitulo doze o Senhor está dando instruções ao povo de como deveria ser a saída do Egito para viver uma nova vida.
Vamos ver o que o texto fala:
Ex 12:1 Disse o SENHOR a Moisés e a Arão na terra do Egito: 2 Este mês vos será o principal dos meses; será o primeiro mês do ano. 3 Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês, cada um tomará para si um cordeiro, segundo a casa dos pais, um cordeiro para cada família. 4 Mas, se a família for pequena para um cordeiro, então, convidará ele o seu vizinho mais próximo, conforme o número das almas; conforme o que cada um puder comer, por aí
calculareis quantos bastem para o cordeiro. 5 O cordeiro será sem defeito, macho de um ano; podereis tomar um cordeiro ou um cabrito; 6 e o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o imolará no crepúsculo da tarde. 7 Tomarão do sangue e o porão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em que o comerem; 8 naquela noite, comerão a carne assada no fogo; com pães asmos e ervas amargas a comerão. 9 Não comereis do animal nada cru, nem cozido em água, porém assado ao fogo: a cabeça, as pernas e a fressura. 10 Nada deixareis dele até pela manhã; o que, porém, ficar até pela manhã, queimá-lo-eis. 11 Desta maneira o comereis: lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão; comê-lo-eis à pressa; é a Páscoa do SENHOR. 12 Porque, naquela noite, passarei pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até aos animais; executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o SENHOR. 13 O sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; quando eu vir o sangue, passarei por vós, e não haverá entre vós praga destruidora, quando eu ferir a terra do Egito. 14 Este dia vos será por memorial, e o celebrareis como solenidade ao SENHOR; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.

Vamos pinçar alguns detalhes desse riquíssimo texto. Não vamos discorrer sobre cada ponto. Somente alguns que interessam nesse momento.
a. Vs. 3 – Um cordeiro, segundo a casa dos pais – o pai como referência da celebração
b. Um cordeiro por família – a celebração tinha como ambiente a família
c. Vs 4 – Se a família for pequena para o cordeiro – consciência da grandiosidade do Cordeiro, aponta para famílias repartindo com outras famílias. A família ganha consciência de Igreja, pelo reconhecimento que ela não é bastante para o Cordeiro. A família não é suficiente para demonstrar nem viver a vida de Igreja
d. Vs 7 – Sangue nas ombreiras das portas – o Sangue identificaria quem pertencia ao povo de Deus – Consciência de nação; protegeria os filhos; e mostra por qual porta somos feitos participantes da família de Deus: o Sangue do Cordeiro.
e. Vs 11 – a forma de celebrar:
a. Lombos cingidos
b. Sandálias nos pés
c. Cajado na mão
d. Comer apressadamente

As instruções do versículo 11 falam de uma iminente mudança. Um profundo câmbio na história daquele povo.
Podemos ver a mudança do ano como algo trivial, ou podemos permitir uma mudança completa em nossas vidas, aproveitando a data.

Como seria isso?
Primeiro – ter consciência de que estamos em uma viagem nessa vida. Não somos daqui, somos estrangeiros e peregrinos, como nos alerta Pedro em sua carta, no capítulo 2. Não temos parte nesse mundo atual. O nosso será uma terra transformada pela operação do Senhor.


Segundo – Tomar a decisão de cingir os lombos – isso diz respeito a preparar a roupa de viagem. As roupas naquele tempo eram compridas e se a barra não fosse presa ao cinto, a caminhante poderia tropeçar nelas.
A nossa maneira de nos vestir, ou aquilo que nos cobre, ou ainda, aquilo que nos identifica ao sermos vistos pelos outros, não pode ser motivo de tropeço para nós mesmos, nem para os que nos veem.
Segundo Paulo o cingir a roupa faz parte da armadura de Deus. É para estar pronto para a batalha.

Terceiro – Usar sapatos para viagem – não nada nos pés que nos incomoda na caminhada, usar sapatos próprios para longas jornadas – esse detalhe mostra que precisamos revestir os nossos pés, pois vamos pisar em pedras, serpentes, escorpiões e isso não nos fará dano. Isaías fala de pés formosos, que são os pés dos que anunciam boas novas e Paulo fala que devemos calçar nossos pés com a preparação do evangelho da paz.
As nossas sandálias deve ser a consciência do ministério que temos entre as nações: isso nos protege e é a nossa forma de caminhar.

Quarto – Cajado na mão – o cajado tanto representa o instrumento que pastor usa para puxar a ovelha para perto de si, como servia para amparar nas subidas íngremes, como também um apoio na caminhada. Na medida que pomos um pé adiante, nos apoiamos no cajado.
O que fazemos ao cuidar de outros, traz para nós apoio e sustentação na nossa caminhada.

Quinto – Comer de pressa – Isso fala de uma atitude de prontidão para a jornada – estamos nos minutos finais desse tempo. A volta do Senhor é próxima. Além disso, podemos ir para Ele a qualquer momento (enquanto escrevo, penso que posso não terminar o que estou escrevendo).
Então, o que tenho que fazer, devo fazer logo, apressadamente. Não posso esperar o mês de fevereiro, nem o ano de 2018 para tomar atitudes novas em minha vida.

A grande lição que tiro dessas coisas é que sou parte da nação que desceu do Céu. Do povo que tem raízes em cima e não aqui embaixo.
Sou estrangeiro e peregrino entre as nações desta terra. Preciso ser diligente para com as coisas do Senhor. Não posso adiar, procrastinar, deixar para depois.
Se quero que 2017 seja diferente, eu tenho que ser diferente do que fui em 2016!
Novas atitudes mais novos comportamentos, geram uma nova forma de viver.

Que o Senhor nos ajude nesse primeiro dia do ano a tomar as decisões corretas para possamos experimentar um novo mover de Deus em nossas vidas.

Seu conservo,
Jamê Nobre

sábado, 31 de dezembro de 2016

ADEUS ANO VELHO, FINALMENTE

Último dia do ano e queria escrever alguma coisa aí fui lá em dezembro de 2015 ler minha postagem de ano novo, nela pontuei três ítens que eu pensava que iríamos precisar em 2016: fé, oração e resiliência.
Veja aqui
E realmente 2016 foi um ano onde fomos postos a prova, um ano que todos desejavam seu fim ainda na metade, a crise econômica bateu forte, 12 milhões de desempregados no Brasil, destituição do governo do PT, tragédia como avião da Chapecoense, crise dos refugiados na Síria e por aí vai, ah não falei da corrupção escancarada na classe política denunciada largamente pela Operação Lava Jato. Essa, a denúncia, foi uma coisa boa e a saída do PT também, no entanto trouxe reflexos na vida de todos os brasileiros e as três coisas citadas acimas revelaram-se de extrema necessidade.
E nós oramos, exercemos, fé e tivemos resiliência e chegamos a 2017, e agora?
Hoje pela manhã veio a mim uma palavra, em Mateus 6 :25 a 34, onde o Jesus Cristo nos diz para não andarmos ansiosos, pois nenhum de nossos cuidados podem acrescentar nada, nossa preocupação não acrescenta sequer um milímetro em nossa vida. O dia de amanhã, isto é o ano novo trará os seus cuidados e o Senhor Nosso Pai sabe de tudo que precisamos. Podemos confiar nele.
Quero terminar com a mesma frase do ano passado, vale relembrar:
Nesse ano novo tenha fé ore e seja forte, o Senhor nos ajudará! Seja o ombro amigo de alguém, coloque-se no lugar do outro, cuide-se, almoce com os amigos de vez em quando, seja grato lembrando das coisas boas que possui e se precisar busque ajuda.

Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal." Mateus 6: 34.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

ABORTO, CONTRA OU A FAVOR?

   Taí uma questão que não é tão simples como parece, para além de uma opinião favorável ou contrária, existem fatores de coesão e há também os morais, espirituais, legais, e de saúde que tornam o assunto uma bomba explosiva, separaratista e polarizarizante como a que temos visto nas redes sociais nos últimos dias.
    Na terça-feira (29/11/16), a 1ª turma do STF revogou a prisão preventiva de cinco pessoas que trabalhavam numa clínica clandestina de aborto em Duque de Caxias (RJ).A questão girava em torno da existência de requisitos legais para as prisões. Mas, em seu voto, o ministro Luís Roberto Barroso trouxe uma novidade. Para ele, as prisões não deveriam ser mantidas porque os próprios artigos do Código Penal que criminalizam o aborto no primeiro trimestre de gestação violam direitos fundamentais da mulher. Decisão inédita e foi seguido por mais dois integrantes do Supremo.
      De acordo com o Código Penal, aborto pode ser realizado por um médico apenas quando a gravidez representa risco à vida da gestante ou quando ela resulta de estupro. Essa decisão do STF no caso específico, pode influenciar juízes em todo o país e na prática significa uma definição de posição rumo à descriminalização. Em 2012, os ministros do STF consideraram que o aborto de feto anencéfalo também não constitui crime.
     Esta é a parte legal da questão, porem só a legalidade não extingue o assunto.
    Algumas pessoas querem que o aborto seja visto como uma questão de saúde pública, defendem que há casos que a mãe não tem condições socioeconômicas, saúde mental ou ambiente familiar adequado para gestar, há os casos de gravidez resultante de estupro e os de meninas grávidas antes de iniciarem a puberdade.
    Muitos casos a se considerar não é mesmo?
    Penso que não se pode resumir o caso apenas à gravidez contraída e o aborto como solução para o que está fora da ordem, fora de como deveria ser, pois a distância entre o ideal e a realidade é um abismo.
    Pensemos na questão socioeconômica como fator abortivo, no Brasil a pobreza é imensa, pois 80% das mulheres são pobres, muitas morando em favelas, em casas inadequadas, são chefes de família ou com uma grande prole já nascida, imagine se todas a mulheres com uma gravidez fora de hora alegassem o fator pobreza para abortar na rede pública, aí você me diz que elas vão procurar clínicas clandestinas e correm risco de vida, sim correm, mas seria certo o gasto público? Seria certo todos os brasileiros pagarem através de seus impostos? 
    E no caso de mulheres que recorrem ao aborto devido à carreira profissional, por acharem que não estão prontas para a maternidade devido ao empenho em suas carreiras, consideram que um filho as tirariam do foco, ou que querem primeiro conquistar estabilidade financeira, parece um motivo razoável?
    O Ministro Luis R. Barroso citou os direitos sexuais e reprodutivos da mulher como motivo de aceitação do aborto, mas o que são esses direitos? O conceito desses dois direitos referem-se à autonomia de homens e mulheres para decidir se querem ou não ter filhos, categorizados dentro dos direitos humanos de liberdade individual, esses direitos são historicamente construídos e partem do clamor pela não interferência do Estado, remetem também à questão de saúde reprodutiva e sexual garantida pelo mesmo Estado, isto é o Governo deve garantir que a mulher tenha saúde para se reproduzir, porém não deve interferir na decisão de não gerar filhos quando esta não queira. É um argumento razoável a favor do aborto?
    Seria isso uma cultura pró aborto? 
    Pensemos agora na questão de educação para se evitar que a gravidez aconteça,  através dos meios contraceptivos disponíveis até nas unidades básicas de saúde, camisinhas, dius, pilulas anticoncepcionais, etc. Pergunto: é mais dispendioso educar ou reparar os danos? São mais perguntas do que respostas!
   Por fim, este é um blog cristão então quero falar da parte espiritual, pois é o que trazemos como valor dentro de nós que vai nos orientar para a formação de uma opinião sobre o assunto aborto.
   Cremos que Deus criou o universo e formou o homem, deu a este uma família e condições de reproduzir, vejamos o que nos fala o Salmo 139:
Vers. 13:...cobriste-me no ventre de minha mãe.
14 - Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.
15- Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra.
16 - Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia.
Salmos 139:13-16 
    No momento da fecundação, Deus mesmo nos concede uma alma imortal, e é capaz de contemplar a pessoa em formação dentro da barriga da mãe. Há vida!
Então pergunto se direitos maternos, dificuldades financeiras, carreira ou outros motivos estão acima do direito à vida?
    Creio que o foco não deve ser abortar ou não, mas o debate correto é porque deixar que a fecundação aconteça. O planejamento familiar torna-se de extrema importância. Claro que em casos de estupro é difícil dar um direcionamento, pois envolve traumas, porém é necessário que a educação para o planejamento aconteça.




Entenda o caso no STF aqui


domingo, 21 de agosto de 2016

No Rio 2016, Deus está vivo

    Nas Olimpíadas Rio 2016, aqui no Brasil, além do espetáculo da abertura, vimos e ouvimos as manifestações de fé dos vários atletas cristãos, os quais têm atribuído suas conquistas à força da fé e à generosidade divina, porém, a mídia especializada nacional e internacional tem se dedicado a ignorar essas declarações:

Jogador Meymar JR ao conquistar a medalha de ouro no futebol usou a faixa com os dizeres 100% Jesus.
O pai do jogador, também Neymar, publicou uma mensagem de apoio ao filho antes do jogo: “Sonho e Fé. Para você, filho, sempre foram a mesma coisa… Hoje você pode realizar um sonho usando o nome em quem sempre teve fé (Jesus Cristo)”. Fonte Gospel+
Também na disputa do ouro no futebol o Goleiro da seleção Brasileira
Weverton, com desempenho fundamental para a conquista através da defesa de um penalty, declarou "O ouro é nosso ,mas a glória é de Deus".
Três atletas cristãs norte-americanas ocuparam o pódio após a prova dos 100 metros com barreira nas Olimpíadas do Rio de Janeiro e revelaram que oraram juntas antes da disputa. De acordo com o relato das atletas, durante a oração que fizeram juntas, elas sentiram a presença de Deus e pediram a Ele que pudessem glorifica-lo com seus desempenho na corrida. Brianna Rollins,medalha de ouro, afirmou que colocou Deus em primeiro lugar na sua vida e carreira, e na hora da disputa, deixou que Ele a guiasse. Em outro depoimento, dado ao Christian Examiner, garantiu que pretende ser “conhecida como a atleta que glorificou a Deus”. A medalhista de prata Nia Ali, em uma publicação recente no Twitter  assegurou que somente a fé a sustenta, e a atleta que conquistou o bronze foi Kristi Castlin, comemorou com o pequeno filho de apenas um ano. Fonte: Gospel+.
Em entrevista à TV Globo, Nenê Hilário, jogador do Houston Rockets na NBA,
foi questionado sobre a eliminação da seleção e respondeu que vitórias e derrotas não podem tirar seu foco do que é mais importante na vida, pessoal e profissional: “Em primeiro lugar, toda honra e toda glória ao Senhor Jesus, ganhando ou perdendo”.
A nadadora Norte americana Maya Dirado conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio de Janeiro na prova do nado costas nos 200 metros“Eu não acho que Deus realmente se preocupe muito com o meu nado. Este não é o meu propósito final de fazer parte da equipe olímpica. Eu acho que Deus se preocupa com a minha alma e se eu estou levando seu amor e misericórdia para o mundo”, disse Maya, de acordo com informações da emissora Christian Broadcasting Network (CBN).
Thiago Braz, ouro em salto com vara, um evangélico, servo do Deus altíssimo.
“Durante a minha carreira, eu aprendi a ter fé e confiar em Deus. E isso tem me ajudado em muitas coisas, até mesmo na concentração, e eu tenho colocado em prática. Para mim isso é especial”, afirmou Braz ao final da prova, em entrevista à reportagem da TV Globo.“Os 6,03 metros é uma marca que eu já esperava há muito tempo. Há três competições eu estava tentando bater os 6 metros, e hoje, numa Olimpíada, é muito mais forte, mais surpreendente do que eu esperava. Quando ele (o atleta francês) passou de 5,98 m, eu escutei de Deus que tinha que passar de 6,03 m. Fui conversar com meu treinador e ele também falou ‘passa para 6,03’”, explicou.
 Usain Bolt se tornou o primeiro atleta a vencer uma prova em três Olimpíadas consecutivas, e mais uma vez, marcou seu nome na história do esporte. E tudo isso ele atribui a Deus. “Minha fé ensina-me a acreditar na minha capacidade e confiar que o trabalho duro e determinação me fará bem-sucedido. Isso me dá confiança no meu talento dado por Deus e por isso eu nunca defini limites para o que um ser humano pode fazer, seja correr, saltar ou fazer qualquer outra coisa”, acrescentou. Bolt venceu a prova considerada a “mais nobre” do atletismo e das Olimpíadas  com um tempo de 9s81, ainda acima do recorde mundial, que é dele, com 9s58.

Michael Phelps, o nadador, considerado maior vencedor de todos os tempos
dos jogos olímpicos, vive hoje uma nova vida, após ter conhecido Jesus Cristo. Phelps foi presenteado pelo amigo com um exemplar do livro “Uma Vida com Propósitos”, do pastor Rick Warren. Em entrevista à ESPN, o atleta afirmou que o livro o ajudou a entender que existe um poder maior que determina cada propósito na Terra. Através dos ensinamentos aprendidos, ele encontrou forças para se reconciliar com seu pai, que se afastou da família quando ele tinha apenas nove anos de idade.Na olimpíada Phelps levou  cinco ouros e uma prata.
A seleção de rúgbi de Fiji fez história no Rio de Janeiro, conquistando a medalha de ouro com atuações incontestáveis. Essa foi a primeira vez que o país disputou os Jogos Olímpicos nessa modalidade.Os atletas, ainda no campo, cantaram a plenos pulmões: “Nós vencemos! Nós vencemos pelo sangue do Cordeiro e pela Palavra do Senhor. Nós vencemos!”.  Fonte Gospel +
Uma atleta cristã da Etiópia Almaz Ayana, estabeleceu um novo recorde para a prova feminina dos 10 mil metros nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, baixando o tempo em mais de 14 segundos, e exaltou sua fé em Jesus Cristo como fonte de sua inspiração, "Eu agradeço a Deus. O Senhor me dá tudo. Toda a minha benção. Meu doping é meu treino, meu doping é Jesus". 
E assim tem sido durante as Olimpíadas no Rio de Janeiro, diversos atletas cristãos têm destacado a importância de mostrar sua fé ao mundo, afirmando que a competição é uma oportunidade única de expressar o amor de Deus e a mensagem do Evangelho.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

A FRONTEIRA ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO

    Bianca Toledo e Felipe Heiderich e Vivienne e Michel, o que esses dois casais têm em comum? 
Já lhes explico: Foi em uma noite de outono, na década de 1980, que certa Vivienne, uma mulher francesa comum, declarou em um talk-show de TV, portanto diante de milhares de telespectadores que, uma vez que seu marido Michel sofria de ejaculação precoce, ela jamais experimentara um orgasmo em toda a sua vida de casada, levando ao chão todas as fronteiras entre o público e esferas privadas, dando inicio a essa era que Ehrenberg chama de sociedade confessional, fazendo alusão ao confessionário católico com microfones instalados onde tudo passa a ser para uso e consumo de uma audiência pública. Uma sociedade ávida por saber e alimentar-se das mazelas alheias.
Nessa semana Bianca surpreendeu a todos revelando seu drama familiar, colocando em sua página social a prisão de seu marido Felipe Heiderich por pedofilia e a confissão feita a ela no segredo de sua casa que tinha "uma homossexualidade latente".
 Por anos ela ela tem sido um um ícone no mundo gospel. Bonita, loira, pregadora, pastora, cantora, com um testemunho de cura fenomenal, que a aproxima das pessoas comuns. As fotos e vídeo de seu casamento perfeito está amplamente difundida na rede apontado como "o casamento mais lindo do mundo".
Há muito Bianca e Felipe já ultrapassaram as fronteiras do público e privado, divulgando todos os passos de suas vidas largamente e com uma palavra espiritual anexada. Há muito perderam a capacidade de controlar a exposição e a disponibilidade de informações a seu respeito e me parece que desfrutavam disso até por escolha deles mesmos. Optaram pela vida na arena pública.
Muitas críticas estão fervilhando seja no mundo evangélico ou na sociedade secular, muitos estão questionando as ações do casal, a dele pela própria aberração da revelação em si e dela pela escolha de expor tudo nas redes sociais, sem pudor, numa clara confusão (ou simbiose?) de arenas.
O Facebook, a grande ágora do seculo 21, acolhe esses tipos de revelações escandalosas amorosamente, alimenta-se das tais. A página da Pastora Bianca tem mais de 3 milhões de seguidores. Um de seus desabafos tem mais de 30 mil compartilhamentos.
A pedofilia é crime e como tal deve ser tratado e combatido, isso nem se discute, mas a revelação de homossexualidade era necessária? Será que esse tipo de revelação não deveria ser reservado á própria pessoa o direito de fazê-lo? 
Quando decidimos transitar pela arena pública, que nada mais é do que um espaço de acesso livre a todos que quiserem entrar, precisamos ter em mente que assumimos os riscos de sermos vigiados e ouvidos, assumimos as consequências, renunciamos o direito de objetar ou reivindicar compensações.O direito de decidir quem vai adentrar não existe.
Bianca diz que recebeu de Deus quando da sua cura milagrosa uma missão de pregar a palavra e passou a fazê-lo, mas acabou sendo absorvida por essa sociedade midiática sem divisões fronteiriças, acabou por projetar no imaginário popular uma imagem de vida acima dos simples mortais. E agora não há como voltar, mesmo com o pedido da pastora na mesma página e compartilhado igualmente pelos fãs, dizendo não querer mais falar sobre o assunto. Tentativa inútil de estabelecer fronteiras quando as tais não mais existem.
Bianca tomou outra decisão, que foi a de fechar a comunidade que seu marido pastoreava sob a cobertura de seu ministério americano, revelando ainda mais que o ministério do marido existia à sombra dela. 
O marido fará a sua defesa, ela diz-se enganada e quer o divórcio e tudo será muito bem acompanhado por milhões de pessoas, nesse mundo fragmentado e líquido de hoje.

sábado, 2 de julho de 2016

NÃO ESCREVI, MAS VOLTEI PARA FICAR

Olá amigos
Aos que estranharam a falta de postagens preciso dizer que me ausentei do blog por um período pois iniciei uma jornada que há muito desejava: buscar uma graduação em Serviço Social.
Para alguns pode não ser relevante, para outros talvez queiram saber porque isso afetou minhas postagens.
Acontece que já passei dos 50 anos e o ingresso na universidade foi algo que demandou muito empenho, fiquei por demais comprometida em leituras e trabalhos, e precisei batalhar muito para dar conta do recado.
Muita coisa mudou em meus pensamentos desde o inicio do ano, e muita coisa aconteceu neste país e não escrevi sobre nem um nem outro, não escrevi sobre o dia em que entregamos o Brasil de volta para a direita, afastando a Presidente Dilma, o qual foi ao meu ver o fato mais importante do semestre no país. Não escrevi sobre a igreja e fatos relevantes, não escrevi as palavras que recebi, porem em todo o semestre o Senhor Deus esteve presente.
Creio firmemente que foi o Pai Amado que me abriu as portas para a graduação e por isso registro aqui, quero servir a Cristo com excelência e o Serviço Social vai ser ferramenta. 
No ambiente acadêmico e plural encontrei jovens que se dizem ateus, professores que querem multiplicar os ateus, jovens de todas as tribos e muitas pessoas em busca de realizações, além de um embate pessoal com a filosofia e sua auto-colocação como verdade.
Doravante nas postagens aos poucos discorrerei sobre essas coisas, e quero também modernizar o layout do blog, afinal temos uma grande história nessas páginas e não desejo abrir mão dela.
Finalmente semestre terminado e vencido, dou graças ao meu Senhor Jesus que esteve comigo, dou graças pelas amizades, foram muitos os medos, medo do conteúdo, medo do desconhecido, medo de não dar conta, medo de "pagar mico" (rsrs), enfim férias merecidas e o livro da foto será a minha leitura nessas noites em casa, depois publico uma resenha.


Livro : Não tenho fé suficiente para ser ateu, Geisler N. e Turek F, São Paulo, Editora Vida, 2006.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

O que a Rainha de Sabá sabia sobre liderança

A revelação dada a Rainha de Sabá - 2 Crônicas 9: 1 a 12, destaque para o verso 8-
    Da rainha de Sabá, a bíblia não cita nome próprio, das linhas que a descrevem podemos observar uma mulher de personalidade forte, intrigada com as conversas que ouvira sobre o rei Salomão. E perguntando-se: "Será que ele é tudo isso mesmo?" Toma a decisão de ver por si mesma e o faz com muitas, muitas perguntas.
    Com certeza ela deveria ser instruída e culta, naquele tempo os filhos e filhas de reis tinham tutores que os ensinavam, e ela não demonstrava ter medo de se impor, expressar seus pensamentos, mas ela tinha perguntas sem respostas, as quais seus tutores sábios não souberam ou não puderam responder.
    Talvez fossem perguntas sobre a origem da vida, quem somos, para onde vamos, etc, assim imagino. Afinal essas são as grandes perguntas da humanidade e que move as ciências e investigações. Cientistas se desdobram para saber a origem do universo, a Nasa envia sondas ao espaço querendo responder as mesmas perguntas.
    Mas quando a rainha de Sabá chega em Israel, encontra um rei que conhece a Deus! E este lhe mostra o seu reino, sua riqueza e sua fé, ela é apresentada ao Deus de Israel. Ela viu os holocaustos e as ofertas.
    E ela faz as suas perguntas e a bíblia diz que nada foi profundo demais que Salomão não pudesse explicar a rainha.
    Ela então após absorver tudo isso sente-se pasma e faz a declaração do verso 8: " Bendito seja o Senhor teu Deus que se agradou de ti para te colocar no seu trono como rei para o Senhor teu Deus;" - O que significam essas palavras?
    Que o líder de Deus é colocado para Deus. Deus levanta para si líderes corajosos. Não somos colocados em posição de liderança para fazer o que gostamos ou tomar decisões a parte ou sem o governo do Pai. É para Deus que lideramos, que cuidamos das pessoas, das ovelhas, que apontamos o caminho a seguir.
    E a rainha continua: " Porque o teu Deus ama a Israel para o estabelecer para sempre; por isso te constituiu rei sobre ele para executar juízo e justiça."
É para o Senhor que somos líderes, pois ele ama o seu povo e isto nos deve trazer temor ao coração.
"A autoridade não existe como um fim em si mesma, autoridade pela autoridade; a autoridade existe para o bem daqueles que estão sob ela." Jamê Nobre.
    Deus ama e cuida do seu povo e os líderes que levanta são para cuidar das ovelhas com retidão, justiça, amor, para o Senhor. As ovelhas são do Senhor. A igreja é dele.
    Essa foi a revelação que a rainha de Sabá recebeu de Deus ao visitar o rei Salomão, e ela voltou ao seu povo, uma líder consciente e ciente de seu chamado, de como um líder deve ser, e com certeza ela deve ter sido transformada em uma rainha melhor, mais sábia, mais justa para com seu povo, pois quando é Deus que revela a nós, nossa vida é transformada.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

10 coisas que você precisa saber sobre ministério

Por Osvaldo Santos Gomes


  Temos aqui dez declarações sobre o ministério que são essenciais mas facilmente esquecidas, e quando o são, comprometem todo o nosso chamado:
1- O fundamento do ministério é o caráter. 

2- A natureza do ministério é o serviço.


3- O motivo do ministério é o amor.


4- A medida do ministério é o sacrifício.


5- A autoridade do ministério é a submissão.


6- O propósito do ministério é a glória de Deus.


7- As ferramentas do ministério são a palavra de Deus e a oração.

8- O privilégio do ministério é o crescimento.


9- O poder do ministério é o Espirito Santo.


10- O modelo do ministério é Jesus Cristo.


"Atenta para o ministério que recebeste no Senhor, para que o cumpras." Colossenses 4:17

Osvaldo Santos Gomes é pastor em Valinhos,SP

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Suporte a fome

Carlos Sá Andrade em 5 minutos nos fala sobre Hebreus 12:14 a 17




Carlos Sá Andrade é pastor em Salvador -BA

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Oito coisas que devemos evitar quando discipulamos

Por Jorge Himitian -
    Deus nos tem delegado autoridade para edificar nossos irmãos. Se não exercermos a autoridade, não podemos edificar a casa de Deus. No entanto, devemos ter muito cuidado nessa área porque o exercício de autoridade envolve riscos e perigos que devemos evitar.
    Aqui mencionamos oito coisas sobre as quais temos que ter cuidado:
1) A ambição do poder
    Esse é um dos males mais arraigados na natureza humana. Quando percebemos que nossos comandos são atendidos (a alguém dizemos “venha” e ele vem; a outro dizemos “vá” e ele vai; a um terceiro dizemos “faça tal coisa” e ele faz”) é possível que sintamos uma satisfação carnal. Isso pode chegar a perverter nosso coração, fazendo uso da autoridade para alimentar nosso ego. Se exercemos autoridade deve ser unicamente para servir aos irmãos (Mateus 20.25-28).
2) A autoridade despótica
    Quanto dano é causado pelo exercício da autoridade sem amor, graça e carinho!! Exercer autoridade não significa atuar e falar num tom ditatorial e enérgico, mas mostrar para o discípulo a vontade do Senhor com amor e firmeza. Embora, por vezes, uma repreensão seja necessária, esse não pode ser o tom permanente de nossa relação com os discípulos (1 Tessalonicenses 2.7-8).
3) A falta de autoridade
    Outro perigo é manter uma autoridade aparente, sem exercê-la realmente. Ser demasiadamente brando e condescendente faz com que  vida do discípulo não se desenvolva nem cresça. Nesse caso, a relação não é mais do que uma boa amizade. Não há instruções, ordens claras, observação nem direção (2 Timóteo 4.2; Tito 2.15).
4)  Pretender ser autoridade em todos os temas
   Não somos autoridade em todas as matérias. Devemos nos limitar ás áreas que nos competem. Devemos saber dizer “não sei”. Certas situações devem ser encaminhadas para outras pessoas, e muitas outras vezes precisamos consultar e nos aconselhar em vez de dar uma resposta apressada.
5)  Dirigir vidas em vez de formá-las
    O operário e o aprendiz estão sob autoridade, no entanto, depois de vários anos o operário segue sendo operário e o aprendiz, diretor. Um discípulo é um aprendiz; devemos sobretudo ensiná-lo e formá-lo. É fácil dirigir uma vida; a questão é formá-la. Não lhe diga o que ele pode descobrir por si, não faça o que ele pode fazer, lhe delegue responsabilidades e dê espaço para que possa experimentar.
6) Perpetuar uma autoridade vertical desnecessariamente
    Nosso objetivo é que os discípulos cresçam e cheguem à maturidade. Na medida em que isso ocorre, a verticalidade deve ir declinando para dar lugar à mutualidade.“Sujeitai-vos uns aos outros” (Ef. 5.21; 1 P. 5.5). Não devemos ser um tampão para nossos discípulos, ao contrário devemos animá-los a crescer ainda mais que nós mesmos.
7) Ser “intocável”
    Devemos lembrar que sobretudo somos irmãos. Qualquer discípulo deve ter liberdade para nos admoestar quando vê algo mal em nossa vida. Existem aqueles que nos questionam porque têm rebeldia em seu coração, mas também há os que por vezes nos questionam porque têm mais vida própria e inquietudes legítimas em seu interior. Não devemos resistir sistematicamente a todo questionamento, mas sim considerar objetivamente o aporte dos irmãos que pensam diferente de nós.
8) Tratar a todos da mesma maneira
    Não podemos tratar a todos por igual. Não podemos discipular do mesmo modo o jovem e o ancião. O trato deve ser de acordo com cada pessoa. Em 1 Timóteo 5.1-2, Paulo pede a Timóteo que seu trato seja de acordo com cada pessoa. Seria prejudicial ter um método único e dar a todos o mesmo tratamento. Ainda que os princípios e ensinos sejam os mesmos para todos, no entanto o trato deve ser de acordo com a pessoa, levando em conta sua idade, sexo, personalidade, capacidade e outras questões.
Jorge Himitian Leia o original aqui
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